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HPV: meninos mais novos serão vacinados

HPV: meninos mais novos serão vacinados

O Ministério da Saúde quer vacinar cinco milhões de meninos contra o HPV. Desde 2014, mais de 17 milhões de doses de vacinas contra o vírus foram aplicadas em meninas em todo o Brasil. Desde janeiro, o ministério já estava vacinando meninos adolescentes de 12 e 13 anos. A meta agora é vacinar os garotos a partir dos 11 anos de idade. Isso porque quanto mais novos, mais fácil é dar a vacina. “Toda vacinação na faixa adolescente é baixa, por que o adolescente não sente a necessidade de cuidar da saúde. Então, se os pais não forem muito determinados a levarem a Unidade de Saúde, ele acaba não comparecendo”, diz o ministro Ricardo Barros O vírus do HPV pode causar câncer no colo de útero, em mulheres, câncer de pênis, em homens. E também câncer na boca e no ânus em ambos os sexos. A principal forma de transmissão é a via sexual. Por isso a necessidade de garotos também serem imunizados. Uma forma de fazer com que eles se vacinem é a parceria com escolas. “A parceria Saúde na Escola vai fazer uma grande diferença nessa faixa etária, onde eles não são tão pequenos para que os pais levem a Unidade de Saúde e não são adultos para cuidar do seu próprio destino”, explica Ricardo Barros A ANVISA está estudando regulamentar também à possibilidade de vacinas serem dadas em farmácias. A vacina contra o HPV é dada em três doses, sendo a segunda, dois meses após a primeira e a terceira, depois de seis meses. Segundo pesquisas a vacina pode reduzir em quase 90% a infecção oral por HPV. Fonte: BRMaisNews/ Repórter Beatriz Fidelis  
Comissão aprova projeto que cria o selo Pró-Água

Comissão aprova projeto que cria o selo Pró-Água

A Comissão de Meio Ambiente aprovou, nesta semana, o projeto que cria o selo Pró-Água, em que eletrodomésticos e aparelhos sanitários serão classificados em categorias de eficiência hídrica. A certificação do selo vai ser bem parecida com o Procel, que indica para os consumidores a classificação dos produtos conforme o consumo de energia elétrica. O deputado Marcos Abrão, do PPS de Goiás, que é o autor do projeto, ressalta que equipamentos mais eficientes no consumo de água são importantes para um menor impacto ambiental e para o bolso do consumidor, principalmente neste momento de crise hídrica. "Todo o intuito na criação desse projeto não foi para onerar, ou seja, aumentar preço de produtos, e sim mostrar a eficiência desses produtos na utilização de água. As empresas terão a obrigatoriedade de mostrar qual é a eficiência numa escala para que o consumidor possa avaliar qual é o melhor produto para que ele leve para sua casa e, consequentemente, abaixe a conta de água e nós tenhamos um planeta mais preservado", afirma Marcos Abrão. Segundo o relator do projeto, deputado José Silva Soares, do Solidariedade de Minas Gerais, as empresas vão ter um prazo de 5 anos para se adequarem às determinações. "Isso vem no sentido de conscientizar a população e, também, a fábrica de equipamentos, tanto eletrodomésticos como aparelhos sanitários, venham cada vez utilizar menos água e ter mais eficiência. (...) Não dá para adiar medidas de melhor utilização dos recursos naturais, especialmente a água, agora se os cinco anos para fazer essa transição dos equipamentos é evidentemente que vamos debater mais com os setores, mas quando chegar a aprovação final da Lei e a sanção nós termos um prazo que seja adequado à Indústria, mas a escassez de água não dá para adiar mais", ressalta José Silva O projeto ainda vai ser analisado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico e pela Comissão de Constituição e Justiça. Se for aprovado, poderá seguir para o Senado, sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.   Fonte: Agência do Rádio Reportagem, Cintia Moreira Foto: twitter.com