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Frente fria muda rotina dos moradores de Rondônia nesta terça-feira, 18

Frente fria muda rotina dos moradores de Rondônia nesta terça-feira, 18

A frente fria que atingiu o estado de Rondônia, ainda na noite de segunda-feira (17), mudou o hábito dos moradores nesta terça-feira (18). Durante todo o dia várias pessoas foram vistas agasalhadas pelas ruas, principalmente em Vilhena (RO), que teve mínima de 8°C na madrugada. - Ariquemes Na cidade de Ariquemes, a temperatura chegou aos 17°C durante a madrugada desta terça-feira. Já na manhã os termômetros marcaram 22°C, mas a sensação térmica era ainda menor, devido aos ventos fortes e intensos. A frente fria trouxe uma queda na temperatura de 19°C. Em dias normais, o clima no município chega aos 36°C. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante esta semana, a temperatura mais baixa deve ser registrada na quarta-feira (19), onde os termômetros podem chegar a marcar 10°C. Conforme o órgão, a temperatura deve permanecer abaixo dos 20°C até o próximo sábado (22). Com a mudança de temperatura, os moradores precisaram tiram as blusas, casacos e outras roupas de frio para sair às ruas. A dona de casa Francisca Guimarães, estava indo ao supermercado bastante protegida com duas blusas de frio, mas disse que apesar das vestimentas, gosta quando o clima está com baixas temperaturas. “Como a gente mora em uma região que sempre faz calor, não temos o costume de ter muitas roupas de frio, mas eu ainda tenho suficiente para suportar esses ventos gelados. Agora a gente tenta ficar o máximo de tempo agasalhado em casa e se alimentando de alguma coisa quente”, comenta. - Cacoal Segundo o site clima tempo, em Cacoal nesta terça-feira (18) a temperatura máxima pode chegar a 25°C e a mínima 12°C. Muito vento pôde ser sentido pelas pessoas que precisaram ir para ambientes externos. Para o motorista Luiz Carlos Cardoso, de 54 anos, esse período não é muito bem-vindo, ele conta que para ele que precisa trabalhar, fica sem muita opção para se esquentar. “Quando acordo pela manhã eu tomo um banho quente, e tento usar roupas grossas, mais não tenho muita opção, por isso quando esfria muito costumo pegar alguma da minha esposa que dê em mim. Para esperar passar esse período frio, que em Rondônia não dura muito, vou tomar sopa e leite quente com chocolate e canela”, disse o motorista. - Ji-Paraná Os termômetros de Ji-Paraná chegaram a marcar 15°C nesta terça-feira, ainda durante a manhã. Às 11h, a temperatura subiu um pouco, chegando aos 20°C. Mesmo acostumados com temperaturas acima de 30°C, os ji-paranaenses contam que vão aproveitar a mudança de clima para mudar o cardápio. O Inpe prevê que a cidade registre até 8°C de frio na noite desta terça-feira. Ao G1, a aposentada Cleuza Marque contou que ama o frio, mas, com uma ressalva: ela não gosta da pele ressecada por causa do vento. “Esse frio que faz aqui é ótimo. Até 13°C dá para gente levar, é bem gostoso”, afirma. E para curtir bem os poucos dias de temperatura amena na cidade, o cardápio do almoço foi alterado. - Vilhena Os moradores de Vilhena, na região do Cone Sul, começaram a tirar os agasalhos do guarda-roupa na segunda-feira (17). O dia acabou com temperaturas baixas e muita ventania. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), a temperatura mínima desta terça-feira (18) é de 8 ºC. O meteorologista chefe da Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Macelo Gama, explica que Vilhena é um dos municípios que tem as menores temperaturas do estado. - Guajará-Mirim Na Pérola do Mamoré, a baixa temperatura também fez os moradores tirarem a roupa de frio do guarda-roupa. Depois do meio dia desta segunda-feira, o vento forte fez a temperatura cair na cidade, ficando em torno dos 17ºC a noite; já a terça-feira, a temperatura chegou a 8ºC; a mais baixa dos últimos tempos. A previsão é que até sexta-feira, deva continuar o clima de inverno sulista, por aqui. Fonte: G1/RO com a colaboração de Radio Educadora    
Caravana de jornalistas atravessa BR-319 e chega a Manaus, AM

Caravana de jornalistas atravessa BR-319 e chega a Manaus, AM

Quarenta e oito horas, este foi o tempo percorrido pela Caravana de Jornalistas pela BR-319 entre as capitais Porto Velho (RO) e Manaus (AM). A exepdição pelos quase 900 quilômetros começou dia 11 de julho em Rondônia teve fim nesta quinta-feira (13), com a chegada da caravana ao Porto de Manaus. No trajeto entre os dois estados, poeira, buracos, difícil escoamento de produtos, tráfego de caminhões pesados e obras na pista. A BR que foi inaugurada na década de 1970 ainda é sinônimo de discussão no cenário político administrativo. O jipeiro e produtor rural Neuri Torres faz o percurso ao menos três vezes ao ano e pela primeira vez na época da seca. Segundo ele, em todas as vezes, há dificuldades para chegar a Manaus. "Estamos muito confiantes que desta vez saia [o asfalto], porque é muito importante essa estrada pra gente, pois sem ela, fica muito difícil o escoamento do nosso produto. Sou produtor rural no Amazona também e por isso estou muito confiante para que arrumem a estrada, para enviar minha carne, meu peixe, já que não posso enviar pra Rondônia", declara. Conforme André Marcílio, presidente da Associação dos Amigos e Defensores da BR-319, para que as obras de fato iniciem, é preciso que um estudo específico seja concluído. "O que falta hojé é o estudo de componente indígena, que o Dnit já providenciou. A partir disso a licença para a repavimentação da 319 deve ser liberado. É o que esperamos e pelo que vamos continuar lutando", diz. Para o tenente coronel Fonseca, comandante do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS) em Humaitá (AM), a repavimentação ajudará a população local. "A 319 é uma das mais importantes da região e tem grande relevância logística principalmente para as plantações da região como a da castanha, do açaí, da banana e do peixe, além de chegar produtos para a população local. A estrada é tudo e sinal de desenvolvimento", conclui. O CEO da Rede Amazônica, Phelippe Daou Júnior, fez menção ao sonho do pai, o fundador da empresa, Phellippe Daou, de ver a estrada arrumada. "Além de ser um sonho do meu pai pavimentar esta estrada, apoiamos que seja feito da melhor maneira possível para atender as demandas que temos hoje", declara. Phelippe disse ainda sobre a ideia inicial da carava ser feita de jornalistas para ser isenta de intenções políticas, justamente para dar voz à população e efetivamente ajudar no desenvolvimento da região. "A BR em boas condições vai ser essencial pro nosso desenvolvimento e promoverá a integração do Amazonas com o resto do país. Além disso, vai propor fazer com que Porto Velho seja por exemplo um grande centro de distribuição no que tange a nossa região, podendo permitir o escoamento dos produtos, pra gente fazer uma grande integração e a estrada ela é fundamental pra isso", diz. Segundo o diretor das afiliadas da Rede Amazônica, Antônio Campanari, o objetivo foi alcançado. "Missão cumprida, quero dizer a todos os jornalistas que chegamos ao nosso objetivo. Mas nós não terminamos, apenas começou. A missão é smepre uma estrada que continua e cumprir esse trajeto é uma parte do pouco que podemos fazer pelo Brasil. Fomos bem recebidos pelo exército, pelo Almirante da Marinha, Suframa, Bombeiros e demais parceiros", finaliza. Composta por mais de 20 carros e cerca de 50 pessoas, a caravana foi recepcionada pela população e por autoridades militares no pátio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) com apoio de parceiros da Rede Amazônica. Fonte: G1 AM