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CÂNCER DE PRÓSTATA: Manter hábitos saudáveis é a melhor forma de prevenção

CÂNCER DE PRÓSTATA: Manter hábitos saudáveis é a melhor forma de prevenção

O câncer de próstata é um dos tipos mais frequentes da doença que atinge os homens por todo o país. O Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima que, apenas em 2017, o número de novos casos de câncer de próstata no Brasil esteja em 61.200 homens. Além disso, os dados de óbitos mais recentes do Ministério da Saúde, datados de 2015, revelam que esse tipo de câncer foi responsável pela morte de mais de 14 mil pessoas pelo Brasil. Para se prevenir da doença, segundo o doutor Franz Campos, chefe do serviço de Urologia do INCA, manter hábitos saudáveis é a melhor maneira de evitar o problema.  “Para evitar o câncer de próstata, a gente sempre repete, vida saudável, alimentação balanceada, exercícios físicos e evitar engordar. A obesidade hoje, já é sabida, que com as complicações naturais como aumento de colesterol, como aumento das taxas glicêmicas levando à diabetes, essa descompensação é um fator predisponente para o câncer de próstata”. O câncer de próstata é considerado uma doença da terceira idade, já que aproximadamente três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Quem sentir dificuldade de urinar ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite, deve procurar um médico urologista o quanto antes. Agência do Rádio/ Reportagem, Janary Damacena.
Negros ocupam apenas 4,7% dos cargos de liderança nas empresas, indica pesquisa

Negros ocupam apenas 4,7% dos cargos de liderança nas empresas, indica pesquisa

Se no dia a dia o racismo e o preconceito acompanham a população negra no Brasil, no mercado de trabalho isso não é diferente. Nesta segunda-feira (20), data em que se relembra o Dia da Consciência Negra, uma pesquisa divulgada pelo Instituto Ethos mostra que a questão racial ainda gera desigualdades. Os dados preocupantes indicam, por exemplo, que apenas 6,3% de negros ocupam cargos de gerência. Entre as mulheres, somente 11% delas integram conselhos administrativos, grupos responsáveis por realizar grandes negócios nas empresas. Na prática, isso significa que há mais negros e mulheres na base do que no topo das estruturas corporativas. De acordo com a jornalista e pesquisadora na área de relações de gênero e raça, Noemia Colonna, o primeiro passo é reconhecer que há racismo enraizado na sociedade, inclusive em processos seletivos de empregos. Segundo ela, é inconcebível que mulheres e negros, maioria em termos de população, ainda sejam alvo de discriminação. “Não há uma pesquisa clara que houve um racismo ou uma discriminação por gênero durante o processo de seleção. Mas se a população brasileira tem 56% de negros e 52% da população brasileira é feminina, como é que explica essa homogeneização de corpos brancos e masculinos nas esperas de poder no país? Só pode se explicar por duas palavrinhas, preconceito e racismo”. Os dados do Instituto Ethos demonstram ainda que, nos últimos anos, houve diminuição de negros em cargos de liderança nas empresas. Em 2010, negros eram 31,1% no quadro funcional e 5,3% no quadro executivo. Já no ano passado, nos quadros funcionais, os negros eram 35,7% e no quadro executivo, 4,7%. Agência do Rádio/ Reportagem, Tácido Rodrigues