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Papa: "Não vejo a hora de encontrar o povo de Bangladesh"

Foi publicada na última terça-feira (21/11) a mensagem em vídeo gravada pelo Papa Francisco para o povo de Bangladesh, que aguarda a visita do Pontífice de 30 de novembro a 2 de dezembro próximos. “Enquanto me preparo para visitar Bangladesh dentro de poucos dias, desejo enviar uma palavra de saudação e amizade a todo o seu povo. Não vejo a hora que chegue o momento de estarmos juntos”, inicia Francisco. “Venho como ministro do Evangelho de Jesus Cristo para proclamar a sua mensagem de reconciliação, perdão e paz. Minha visita quer confirmar a comunidade católica de Bangladesh em sua fé e testemunho do Evangelho, que ensina a dignidade de todo homem e mulher e nos chama a abrir nossos corações aos outros, especialmente aos mais pobres e necessitados”. “Ao mesmo tempo, desejo encontrar o povo inteiro, de modo especial as lideranças religiosas em Ramna. Vivemos em uma época em que os cristãos e os homens de boa vontade são chamados, em todos os lugares, a promover a recíproca compreensão e o respeito, a ampararmo-nos uns aos outros como membros da única família humana”. “Sei que muitos em Bangladesh estão trabalhando com esforço para preparar minha visita e lhes agradeço. Peço a cada um que reze para que os dias em que estarei com vocês possam ser fontes de esperança e de encorajamento para todos. Sobre vocês e suas famílias, invoco as divinas bênçãos de alegria e de paz! Até logo!”.  News.Va
Papa alerta para religiosidade de aparência

Papa alerta para religiosidade de aparência

O Papa Francisco alertou  no Vaticano para uma religiosidade de aparência, lamentando que haja pessoas que vivem apenas “a correr atrás” de honras e títulos. “Não devemos considerar-nos superiores aos outros, a modéstia é essencial para uma existência que quer estar conforme ao ensinamento de Jesus, o qual é manso e humilde de coração e veio não para ser servido, mas para servir”, declarou, desde a janela do apartamento pontifício, antes da recitação do ângelus. Perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, Francisco falou num “defeito frequente” em quem tem autoridade, seja civil, seja eclesiástica, que é exigir coisas aos outros, “ainda que justas”, que eles não colocam em prática. “Esta atitude é um mau exercício da autoridade, que, pelo contrário, deveria ter a sua primeira força precisamente no bom exemplo”, precisou. O Papa advertiu mesmo que a autoridade, se for mal exercida, se torna “opressiva, não deixa crescer as pessoas” e leva à corrupção. O pontífice apelou a uma atitude “fraterna” na Igreja e na sociedade, partindo da convicção de que todos são “irmãos”. Após a oração, Francisco recordou a beatificação, na Índia, da irmã Regina Maria Vattalil, religiosa das Clarissas Francicanas, “morta por causa da sua fé cristã em 1995”. “A irmã Vattalil deu testemunho de Cristo no amor e na mansidão e une-se à longa fileira dos mártires do nosso tempo. Que o seu sacrifício seja semente de fé e de esperança, especialmente em terra indiana. Era tão boa que era chamada a irmã do sorriso”, referiu. Agência Eclesia/OC